|
Jane Welsh, secretária do escritor escocês Thomas Carlyle (1795-1881), casou-se com ele e dedicou sua vida a ele e ao trabalho dele. Thomas a amava profundamente, mas estava tão ocupado com seus escritos e suas palestras que, freqüentemente, a negligenciava. Depois de algum tempo de casados ela ficou doente e morreu, repentinamente.
Eu li numa biografia que, depois do funeral, Thomas foi sozinho ao quarto de Jane e olhou o diário da esposa. Ele encontrou estas palavras, que ela havia escrito a respeito dele: "Ontem ele gastou uma hora comigo e foi como o céu. Eu o amo tanto". Em um outro dia, ela escreveu: "Eu fiquei esperando o dia todo para ouvir os passos dele no corredor, mas agora é tarde. Acho que ele não virá hoje". Thomas chorou muito, percebeu a sua negligência para com ela e o desejo que ela tinha de pelo menos conversar com ele.
Quando li isso, não pude deixar de pensar: Deus me ama de forma tão terna e espera por mim, a fim de ter comunhão comigo. Quantos dias eu me esqueço dele!
O Senhor dá as boas-vindas à nossa adoração, oração e louvor. Ele nos disse na sua Palavra para orarmos continuamente (1 Tessalonicenses 5:17). Assim como no caso da igreja em Laodicéia, em Apocalipse 3, Cristo bate na porta do nosso coração e espera pacientemente (v. 20). Ele aguarda atentamente pelo nosso chamado, nosso choro, nossa oração. Quantas vezes ele espera em vão?
Autor: David C. Egner (Ministério RBC).
Fonte: http://www.tele-fe.com.br
|