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Um Veleiro PDF Imprimir E-mail
Por Ismael Camargo   
24 de abril de 2008

            Dorothy, uma senhora idosa, estava próxima da morte. Ela amava o Senhor e anelava estar com ele. A enfermeira disse à família que Dorothy provavelmente se manteria viva até que pudesse ver a filha, que estava a caminho para despedir-se. "É como se Dorothy tivesse um pé aqui e o outro no céu. Ela quer dar logo este último passo" disse a enfermeira.


            Isto me lembra da seguinte descrição maravilhosa da morte, escrita por Henry van Dyke: "Estou parado à beira do mar. Um navio, ao meu lado, abre suas velas brancas para a brisa matinal e parte para o oceano azul.


             Eu fico olhando, até que por fim só o vejo como um pedaço de nuvem branca, lá onde o mar e o céu se mesclam um com o outro… E justo no momento em que alguém ao meu lado diz "Olha! ele se foi", há outros olhos observando a sua chegada e outras vozes, prontas para clamar alegremente. "Lá vem ele!". "E morrer é isto".


            Para os entes queridos de um cristão que morre, as palavras do apóstolo Paulo são ainda mais confortantes: "Sabemos que, se for destruída a temporária habitação terrena em que vivemos, temos da parte de Deus um edifício, uma casa eterna nos céus, não construída por mãos humanas" (2 Coríntios 5:1). Podemos nos regozijar na nossa tristeza, sabendo que nossos entes queridos que partiram estão agora com o Senhor (v. 8).


 

Autor: Anne M. Cetas (Min. RBC).
Fonte: http://www.tele-fe.com.br
 
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Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.
II Timóteo 1:7
 
 
 
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